Eu, Mariza

Eu, Mariza .

Jornalista. Revisora de livros. Poeta. Mãe. Amante de gatos. Batuqueira de maracatu. Viciada em filmes e livros. Acredito na humanidade, apesar dos pesares.

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Semana 35 - Sugestão para o app MEC-LIVRO

De 25 de a 31 de maio

  • Resolvi transformar minhas noites de insônia em momentos produtivos, lendo os ótimos livros disponibilizados de graça no app MEC-LIVROS, do Ministério da Educação, que baixei no celular e no tablet. O primeiro foi A Vegetariana (foto), da autora sul-coreana Han Kang, que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 2024. Terminei de ler em uma semana. O grande problema, para mim, é que o aplicativo empresta os livros por 14 dias, podendo renovar, mas se você termina antes a leitura tem de esperar o fim do prazo para pedir outro! Sugiro ao MEC um prazo mais curto, de 10 dias (renovável), e que se possa pegar dois livros emprestados por vez. Tentei pegar um de poesia e um romance, e não posso ter nada até se passarem os 14 dias da primeira reserva!.

  • Depois que comecei a escrever poemas e contos meu celular tem recebido, via Instagram, uma enxurrada de anúncios de editoras das quais nunca tinha ouvido falar, premiações caça-níqueis e ofertas de cursos sobre como transformar seu livro num best-seller.

  • O quinto encontro do Clube do Livro, no último sábado de maio, teve finalmente a participação da minha amiga Célia Lins, designer da Cepe Editora. Os outros não compareceram por motivos diversos, mas eu, Nalvinha e Célia curtimos muito, falando de livros e de coisas pessoais. No final emprestei a Célia A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata, para ser lido por ela e pela mãe (82 anos), que estamos tentando convencer a entrar no grupo. Foi um encontro super descontraído, que se estendeu das 10h às 14h sem a gente perceber o tempo passar. Terminamos almoçando no restaurante Tempero da Rosa, no Hotel Central, onde uma turma de velhos amigos curtiam um karaokê. Muito legal.

Eu lendo A Vegetariana

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Semana 30 - Malhação

De 20 a 26 de abril

  • Voltei pra academia, depois de mais de um ano inativa: Hidroginástica, três vezes por semana. Com o calor que anda fazendo no Recife, malhar na piscina é um bônus. Por enquanto não me anima fazer musculação.
  • O quarto encontro do Clube do Livro só contou comigo e minha irmã, Nalvinha! Gripe, cansaço, chuva (sendo que fez sol o dia todo),foram as justificativas para as ausências. Uma pessoa compareceu, mas a gente não se conhece, nos desencontramos por pouco.
  • Terminei de reler Pequena coreografia do adeus, de Aline Bei, e estou relendo O adversário, de Emmanuel Carrère. Peguei essa mania: leio rápido, de cabo a rabo, e depois releio devagar, curtindo cada palavra. O próximo da lista será Solo para vialejo, da poeta pernambucana Cida Pedrosa, Livro do Ano do Prêmio Jabuti em 2020, publicado pela Cepe Editora. Agora que me assumi poeta estou lendo o genero com olhar mais apurado.
  • Comprei uma ração baratinha e a gata Coisa Linda detestou. Tive de comprar outra, que atende ao paladar gourmet da bichinha!
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Semana 28 - Perdas e ganhos

De 1 a 12 de abril Ainda atropelando o calendário: minhas Notas Semanais viraram quinzenais!

  • Que coisa! Só se passaram três meses e já morreram três pessoas do meu conhecimento: minha amiga Leda Rivas, a filha de uma amiga querida, e a jornalista Tereza Rozowikwiat, que foi minha colega no DP durante vários anos. Espero que essa onda de morrência pare por aqui.
  • Depois de muito aborrecimento, finalmente ficou pronto o guarda-roupas e a recuperação das paredes do primeiro quarto do ap, só falta eu arranjar coragem para tirar as manchas de tinta que ficaram no chão! O guarda-roupas e a parede do segundo quarto continuam à espera de marceneiro e pedreiro.
  • O conserto dos interfones deu certo pra todo mundo,menos pra mim: meu aparelho veio com defeiro, tem de ser trocado.Também está em stand by a conclusão do portão de pedestres: será preciso substituir uma folha e a moldura, para colocar a fechadura nova.
  • Descobrimos uma fissura horizontal na parede frontal do prédio, de um lado a outro. Estou esperando o orçamento do conserto para falar com os outros proprietários. Problemas à vista!
  • Foi muito bom o terceiro encontro do Clube de Leitura na Livraria Jardim, apesar da falta da maioria. Somente, eu, Nalvinha, Marcos ASBarr e a filha dele, Isabelle, comparecemos (foto). Ótimo papo sobre literatura e nossas preferências de leitura. Isabelle tem 21 anos, é uma grande leitora, ótima aquisição do nosso clube. Como a maioria não conseguiu tempo pra ler O Coracão de Uma Mulher, o livro de Maya Angelou continua à espera de ser debatido.
  • Terminei de ler O adversário, de Emmanuel Carrère, sobre o caso real de um mentiroso patológico que assassina a mulher, os filhos e os pais para evitar que descubram quem ele era realmente.
  • A família inteira pegou virose braba depois do Carnaval. O pessoal ainda está se recuperando e por isso ninguém tem se encontrado. Fui a única que não adoeceu!.. Vaso ruim não quebra, né.
  • Ganhei um ventilador grande de presente do meu sobrinho Gabriel que ficou ótimo no meu quarto. Está me ajudando a dormir nesses tempos de tanto calor, justamente quando resolvi abandonar o ar-condicionado. Valeu, sobrinho. Reunião do Clube do Livro na Livraria Jardim
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Semana 26 - Ocupada demais!

De 1 a 14 de março

Fazer “resumão” das minhas notas, que deveriam ser semanais, virou uma constante, porque tenho estado tão ocupada que atropelei tudo: os primeiros 14 dias de março foram realmente intensos...

  • Pesquisei prêmios literários e me inscrevi em três, que oferecem dinheiro, publicação e prestígio: no Prêmio Sesc de Literatura, categoria Poesia, concorro com um livro; no 1º Prêmio Internacional de Poesia, da Revista Bula, com um poema (os melhores entrarão numa antologia), e no 3º Prêmio Prata da Casa, da Casa Brasileira do Livro, com uma crônica (para antologia).
  • Li O coração de uma mulher, de Maya Angelou, o livro definido para o próximo encontro do Clube do Livro, e comecei A sociedade literária e a torta de casca de batata, de Mary Ann Shaffer e Anne Barrows, que será debatido em abril. Baixei o e-book de Frankestein, de Mary Shelley, um presente do jornal Gazeta do Povo e estou lendo no computador.
  • Por causa do romance epistolar A sociedade literária e a torta... fiquei com vontade de escrever cartas, como fazíamos antigamente. Escrevi uma bem longa pra Maira (enviei por e-mail), ela adorou a ideia e prometemos manter a correspondência.
  • Concluí a revisão do livro de contos do meu amigo Marco Polo. Agora vou “passar o pente fino” antes de enviar pra ele.
  • Estou me relacionando com escritores que participam do Substack, e seguindo os escritos e orientações do meu mentor, Wellington de Melo.
  • Ampliei minha rede de conexões do Linkedin, o que exige tempo para ler as mensagens e responder. Preciso me manter presente, pra conseguir trabalhos de revisão.
  • Contratei pedreiro pra resolver problemas de infiltração e marceneiro pra refazer um guarda-roupa que se perdeu em consequência, mas a galera marca dia e hora e não aparece. Fico impedida de sair para meus compromissos e a casa está tomada de poeira, madeira, latões de tinta e impermeabilizante, etc.
  • Calor de 33 graus no Recife e uma enxurrada de muriçocas em casa! Fico exausta. Tomo várias chuveiradas por dia para conseguir trabalhar.
  • Na sexta-feira participei de visita guiada à Oficina Brennand, promovida em parceria com a Escola de Arte João Pernambuco. No teatro de lá assisti Restos de felicidade, encenação de textos de Clarice Lispector relativos ao Recife, onde ela viveu até os 15 anos.
  • Domingo assisti no Teatro Guararapes Tom Jobim Musical, biografia do maestro genial (foto: personagens de Tom Jobim a direita, Vinicius de Moraes a esquerda, e João Gilberto, criador da Bossa Nova, no centro). Fui com Nalvinha e meu sobrinho Gabriel. Depois comemos pizza na Tomazelli.

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Semana 25 - Fevereiro tem Carnaval

Resumão: De 9 a 28 de fevereiro de 2026

Meu blog ficou fora do ar, em manutenção, e volta de cara nova. Como minhas notas semanais foram atropeladas, resolvi fazer um resumo de fevereiro a partir do Carnaval, apenas editando este post, que tinha publicado no dia 16.

  • Me assumi pra valer como escritora e poeta. Estou concorrendo ao Prêmio Sesc de Literatura na categoria Poesia e ao Prêmio Prata da Casa na categoria Crônica. Finalmente comecei a confiar no meu potencial e agora ninguém me segura.

  • Fiz meu cadastro de produtora cultural. Já posso inscrever projetos no Funcultura.

  • Comecei minha gestão de síndica mandando lavar a caixa d’água do prédio, que estava imunda.Organizei a contabilidade e paguei as contas atrasadas.Está nos planos consertar o telhado, repor a fiação dos interfones, trocar a fechadura do portão e as lâmpadas da garagem.

  • O Maracatu Real da Várzea tocou na concentração do Bloco Tirando o Queijo, na Praça do Rosário (em frente a igreja), na sexta-feira de noite, e abrimos a programação do palco na Praça da Várzea, na segunda-feira, às 17h. Foi lindo (foto). Este ano fiquei somente no bairro da Várzea, que não tem o glamour do Recife Antigo nem a irreverência de Olinda, mas tem as vantagens de estar perto de casa, estacionamento à vontade e de graça,lugar pra comer e usar banheiro decente (odeio banheiro químico), e amigos pra me fazer companhia. Conheci o desfile da Burra da Várzea, dancei afoxé e maracatu, assisti uma parte do show de Lia de Itamaracá, mas voltei cedo pra casa pra todos os dias, fugindo do cansaço e do calor infernal. No domingo vi na TV o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula contando sua saga, desde a infância. A Direita tentou, mas não conseguiu impedir a apresentação.

  • Tivemos o segundo encontro do Clube do Livro, na Livraria Jardim, que foi muito bom apesar da ausência de três colaboradores que tiveram gripe.O próximo livro a ser debatido será "O coração de uma mulher, de Maya Angelou. Comecei a ler e na primeira linha já fiquei fascinada.

  • Assisti a quarta temporada de Bridgerton no Netflix.

  • Fiz um curso online de francês, de uma semana, com Paul Cabannes, mas resolvi me dedicar ao francês no Duolingo. O aprendizado é lento mas é grátis, né. Faço diariamente, alternando com o inglês. Leio nas duas línguas, mas não tenho nível suficiente para manter uma conversação.

maracatu real da várzea

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Semana 22 - Haja paciência!

De 19 a 25 de janeiro de 2026

  • Comecei a semana recebendo a síndica do condomínio, que veio me passar o cargo. Passou o cargo, mas não o saldo de caixa, quase cinco mil reais, nem os comprovantes pagos das contas recentes de água e luz, que ela jura que estão quitadas apesar das ameaças de corte de água. Como nosso prédio não tem CNPJ, diz ela que depositava o dinheiro na conta pessoal, por isso não tem como dispor do montante e vai pagar em parcelas!!! Ou seja, me tornei síndica sem nenhum tostão. A criatura pediu prazo para pagar a primeira parcela, 31 deste mês, e eu já me informei: se não pagar posso fazer um boletim de ocorrência por apropriação indébita.
  • Meu querido amigo Marco Polo é meio desleixado, perde coisas e há meses precisa consertar o computador. Ele me passou apenas impresso o texto do seu novo livro, para digitalizar e revisar. Então tive de escanear e fazer uma OCR (Reconhecimento Ótico de Caracteres), depois converter o PDF em Word. Essa solução é problemática porque a OCR coloca defeitos no texto, como trocar letras, incluir números e figuras no meio da palavra, sumir com partes do texto, entre outros. Por isso tenho de “limpar” o texto e reescrever parágrafos ou mesmo capítulos inteiros. Trabalhão.
  • Estou lendo As intermitências da morte, de José Saramago. Entre as melhores sacadas do escritor, que utiliza o humor de forma genial, está o conceito de soberania nacional... da máphia (com ph para diferenciar da máfia tradicional, embora se utilize dos mesmos métodos de persuasão...).
  • Nosso Clube do Livro conta agora com cinco mulheres e dois homens. Estamos crescendo com ótimas aquisições de leitores.
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Semana 21 - Botando o bloco na rua

De 12 a 18 de janeiro de 2026

  • Contratei o editor Wellington de Melo para a mentoria do meu primeiro livro de poesia: revisar, editar, aconselhar, tirar dúvidas, indicar prêmios de textos inéditos, indicar editoras, acompanhar até a publicação. Depois que ele fez uma leitura crítica e encontrou qualidade na minha produção, finalmente me sinto segura para botar o bloco na rua: É hora de mostrar ao mundo os meus escritos.
  • Comecei a primeira leitura do nosso Clube do Livro: As intermitências da morte, de José Saramago. Fantástico, escrito com muito humor, nele Saramago aborda (como fez em Ensaio sobre a cegueira), como a repentina mudança de um sistema estabelecido gera o caos social. No caso, o que se passaria se, de repente, ninguém mais morresse? Mostra que a morte é necessária para manter o equilíbrio da vida.
  • Tive uma ótima reunião com meu amigo Marco Polo, músico e escritor. Trocamos figurinhas sobre nossos escritos e ele me contratou para digitalizar, revisar e dar sugestões para o novo livro de contos dele.
  • Comprei ingresso para a peça Noite, no Janeiro de Grandes Espetáculos, mas na hora H preferi jantar na casa de meus irmãos, Ethinha e Ciel, onde passei a tarde. Por essas e outras não gosto do esquema de compra de ingressos com antecedência.
  • Começamos os ensaios do Maracatu Real da Várzea visando o Carnaval. Repertório novo e batuque poderoso. Gosto de tocar (alfaia, ganzá e agbê) , de cantar e de dançar, mas confesso que me atrapalha fazer as três coisas ao mesmo tempo, porque nunca fui boa com coreografias. Mas estou me esforçando.
  • Estou me sentindo um gênio da costura doméstica: consertei um edredon e fiz duas fronhas (foto) e dois pegadores de panela para minha irmã Nalvinha. Ficaram lindos.

fronha estampada que fiz para travesseiro pequeno

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Semana 20 - Todos os dias são úteis

De 5 a 11 de janeiro

  • O conceito de “dia útil” está ligado ao trabalho e a oferta de serviços públicos, mas para mim é quando faço coisas necessárias. No primeiro dia útil de 2026 (segunda-feira, 5), fiz faxina, lavei roupas, costurei, li notícias, atualizei este blog, editei poemas, fiz compras no mercado, vi um filme na Netflix, e li poemas antigos de José Rodrigues de Paiva. Dia super útil!
  • Virou tradição na Várzea a Queima da Lapinha do Pastoril das Meninas Encantadas, marcando o encerramento do ciclo natalino (foto). Teve apresentações de Dança Circular e das hilárias Velhas do Pastoril. Ao mesmo tempo começou o ciclo do carnaval, com orquestra de frevo. Fui com minha irmã Nalvinha e meu sobrinho Gabriel.
  • Importante começar o ano cuidando da saúde física e mental, por isso estou marcando consultas com meus médicos e com o dentista.
  • Comprei ingressos para várias peças do Janeiro de Grandes Espetáculos. A primeira foi a apresentação teatral de Memórias Póstumas de Brás Cubas, texto de Machado de Assis, com o fantástico ator Marcos Damigo, que ganhou o prêmio APCA em 2025, no papel do defunto egoista e amoral, em monólogo cheio de humor. O Teatro do Parque estava lotadíssimo. Aplausos super merecidos.
  • Finalmente começamos o Clube do Livro. Depois de muitos desacertos por conta de agenda, nos reunimos no dia 10 na Livraria Jardim, que tem uma ótima estrutura: bons lançamentos literários, estacionamento e o Café Celeste. Definimos o funcionamento do clube, listamos sugestões de leitura, marcamos o próximo encontro para 7 de fevereiro e escolhemos As intermitência da morte, de José Saramago, para ser a nossa primeira leitura.
  • Comecei a consertar roupas de Nalvinha, que não sabe sequer pregar um botão. O primeiro foi um vestido indiano, que precisava encurtar a barra e refazer o bordado de lantejoulas.

queima da Lapinha em frente a Igreja da Várzea

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Fundamos o Clube do Livro

Finalmente foi fundado o Clube do Livro que eu tanto queria. Depois de muita dificuldade para conciliar as agendas nos reunimos na Livraria Jardim, na Av. Manoel Borba, eu, minha irmã Nalvinha e minha querida amiga Danielle Romani. O encontro durou das 10h ao meio dia e de tão empolgadas simplesmente esquecemos de fazer a foto da reunião, que ilustraria este post! Para compensar, estou postando a capa do livro escolhido para a primeira leitura do grupo: As intermitências da morte, de José Saramago, e a logo de capa do grupo no whatsapp.

As outras integrantes, que justificaram a ausência , são a web designer Célia Lins, funcionária da Cepe Editora, e a jornalista Ângela Lacerda, que durante muitos anos foi repórter do jornal O Estado de São Paulo, o Estadão, e agora dedica-se à área holística.

A primeira reunião foi bastante proveitosa: definimos que o clube está aberto à participação masculina (já convidei dois amigos que gostam de ler); os encontros ocorrerão no primeiro sábado do mês (o próximo será no dia 7 de fevereiro); ao final de cada encontro definiremos a data do seguinte, considerando os feriados e agendas pessoais, mantendo a distância de 30 dias, suficiente para a leitura; cada participante apresentou uma lista de sugestões de leitura e definimos que a cada mês será escolhido um livro da lista de cada pessoa.

Por unanimidade foi definido que o primeiro livro a ser lido é As intermitências da morte, de José Saramago (foto), indicado por Danielle Romani para discussão em fevereiro; o segundo, indicado por Nalvinha, é A sociedade literária da torta da casca de batata, de Mary Ann Shaffer e Anne Barraws, para debate no encontro de março; e o terceiro, indicado por mim, é O adversário, de Emmanuel Carrère, para debate em abril. No encontro de fevereiro definiremos outras leituras extraindo os títulos das sugestões das integrantes que comparecerem à reunião.

De cara uma conquista do nosso clube foi obter desconto na compra dos livros na Livraria Jardim, e a promessa de reserva de um espaço tranquilo no Café Celeste , que fica dento da livraria, sempre que nossas reuniões coincidirem com outros eventos.

capa do primeiro livro logo do cube do livro no whatsapp

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Semana 19 - Feliz Ano Novo

De 29 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026

  • Dezembro passou “voando”. Final do ano é sempre meio atropelado, com pouca distância entre o Natal, meu aniversário e o reveión...Passei a virada do ano em Olinda, no apartamento do meu irmão, e fomos até a praia, entre Bairro Novo e Casa Caiada (foto) para ver a queima de fogos, que durou cerca de 20 minutos. Depois voltamos para a ceia. Repetimos o mesmo esquema do Natal: dormir no ap. do meu irmão e passar juntos o feriado do primeiro dia do novo ano. Teve cantoria, comilança e jogos de tabuleiro. É sempre muito bom quando a gente se reúne.
  • Meus irmãos, Ethinha e Jaciel, se hospedaram em minha casa nas semanas do Natal e do Ano Novo. Brinco com eles que tenho uma pousada “all inclusive”, com salão de jogos e cachoeira (um chuveirão maravilhoso), sempre aberta para a família. Na sexta-feira, 2 de janeiro, fomos passear no Parque das Graças, que está com uma decoração natalina muito bonita, reproduzindo notas musicais. Jantamos no ap. de minha irmã Nalva e meu sobrinho Gabriel, no bairro da Torre.
  • Aceitei consertar várias roupas de minha irmã Nalvinha: vestidos, colchas e fronhas. Ela não tem nenhum talento pra costura, sequer pregar um botão.
  • Mais uma vez tive de adiar a abertura do Clube do Livro, porque as participantes tinham planos de viagem. Dessa vez marcamos para o sábado, dia 10.
  • Na sexta-feira fiz a besteira de jogar no tablet até 1h da manhã, então passei o sábado feito um zumbi, bêbada de sono. Por isso não tive energia para ir ao primeiro ensaio do ano do Maracatu Real da Várzea, que comemorou os aniversários de dezembro (o meu, inclusive). Todos foram de branco e o batuque foi poderoso. Mea culpa, mea culpa...na minha lista de resoluções, para cumprir em 2026, inclui dormir mais cedo e não perder tanto tempo jogando no tablet ou seguindo as redes sociais.

reveillón na praia com meus irmãos e cunhada

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Semana 11 - Recife, óia eu aqui de novo

De 3 a 9 de novembro:

  • Estou de volta ao Recife. Sai do hotel em Madri às 7h da manhã: frio de 6 graus e ainda escuro. Embarquei às 10h40 (horário de inverno, são 4 horas a mais que no Brasil) e após 8h de um voo super cansativo cheguei no Recife às 15h, onde fui recebida pelos irmãos e irmãs e os 29 graus habituais de calor.
  • Encontrei a casa arrumada, mas tive de botar tudo do meu jeito com uma faxina caprichada, e lavar todas as roupas para tirar o cheiro de guardado de três meses de ausência. Paguei as contas, marquei o dentista e a manicure, e fui buscar meu carro, que ficou guardado na casa de minha irmã, onde tem mais segurança do que no meu prédio.
  • Depois de três meses de Europa o paladar fica “gourmetizado”, né. Resultado: me danei a comprar cogumelos frescos, morangos congelados, salmão, vinho italiano, queijos chics, mexilhão e o escambau. Tudo caro pra dedéu...Pra dar uma equilibrada aterrizei no feijão verde com calabresa, cuscuz, farofa, charque, queijo coalho e todas as gostosuras nordestinas.
  • O primeiro encontro do Clube do Livro , que seria no dia 8, foi pro beleléu: uma pessoa teve de operar o joelho, outra teve de dar aula, outra viajou a trabalho, e outra não confirmou presença. Adiamos.
  • Assisti a série “Animal”, na Netflix, sobre um veterinário do campo totalmente endividado, que acaba trabalhando numa clinica urbana cheia de frescuras, onde tem inúmeras dificuldades de adaptação.
  • Bati minha meta de 550 dias seguidos de estudo de inglês pelo Duolingo. A próxima é alcançar os 700 dias.
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Semana 8 - Clube de leitura

De 15 a 19 de outubro:

  • Voltamos de Roma e organizamos a casa: faxina, roupas pra lavar, trocar lençóis e fronhas etc. Ainda sob total influência da culinária italiana comemos bruscheta e pizza, olhando as fotos, rememorando as histórias mais engraçadas e tomando vinho.
  • Minha filha e meu genro foram buscar os cachorros no hotelzinho onde passaram seis dias, nas montanhas. Lá estava muito frio, Astro tem artrose e sentiu dores nas patas. Chegaram exaustos e passaram o dia dormindo.
  • Resolvi fundar um Clube de Leitura. Convidei seis amigas para participar, e cinco aceitaram. O primeiro encontro será no dia 8 de novembro, pra todas se conhecerem e definirmos a dinâmica do grupo. Cada uma deve sugerir três livros, para iniciarmos um calendário de leitura.
  • Pela primeira vez na vida eu preparei salmão. Fiz no forno, com batata-doce assada e salada oriental de repolho e cenoura. Ficou ótimo. Eu pensava que o salmão era um peixe difícil de preparar, mas estava enganada.
  • Pedi a minha filha para incluir área de comentários neste blog, porque quero interagir com as pessoas (apesar do risco de ser inundado por anúncios), e finalmente ela concordou.
  • Fomos de carro até a cidade de Buñol. Levamos Luna mas deixamos Astro porque ele não tem mais condições de fazer passeios longos. Lá tem um pequeno castelo, mas sem atrativos nem banheiro, não compensa o esforço da subida. Depois seguimos até Alborache, para fazer a Rota dos Moinhos, mas a tragédia das chuvas em 2024 destruiu tudo e a reconstrução da paisagem está sendo lentíssima. No caminho de volta encontramos muitos pés de romã e colhemos algumas.
  • Encerramos o domingo jogando Synth Rider (muito divertido, com realidade virtual) depois comemos raclete, tomando vinho.
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